quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Luiz Marenco no Paiol espaço nativo


Shana Müller participará do Tributo à Mercedes Sosa


Jader Leal no Boteco Tchê


Os Monarcas hoje no Encontro de Queras


3º Encontro de Queras no 35 CTG


Agenda Os Mateadores


Agenda Os Monarcas


* 18/12/2014 | Porto Alegre/RS | 35 CTG / 3º Encontro de Queras – 21h
* 19/12/2014 | Chapecó/SC | CTG Recanto dos Tropeiros – 22h30
* 20/12/2014 | Vitorino/PR | Paróquia Senhor Bom Jesus – 00h
* 26/12/2014 | Sananduva/RS | CTG Doze Braças – 23h
* 27/12/2014 | Santo Cristo/RS | Linha Salto – 01h
* 28/12/2014 | Quilombo/SC | Esporte Clube Ipiranga – 16h
* 31/12/2014 | Mariópolis/PR | Pavilhão da Matriz de Mariópolis – 22h
* 01/01/2015 | Galvão/SC | Festa Pacheco (Festa Fechada)
* 02/01/2015 | Francisco Beltrão/PR | Chalé – 00h
* 03/01/2015 | Dois Vizinhos/PR | Clube Caldeirão – 23h30
* 04/01/2015 | Novo Horizonte/SC | Centro Comunitário – 15h

Acesse também:
Blog: http://osmonarcas.wordpress.com
Site: www.osmonarcas.com.br
Instagram: @osmonarcas
Twitter: @osmonarcas
Grupo / Sou Fã – Os Monarcas: www.facebook.com/groups/soufaosmonarcas

---
Daiana Silva
Assessoria de Imprensa

Troféu Antônio Augusto Ferreira


O Troféu Antônio Augusto Ferreira é uma promoção do Blog do Léo Ribeiro, criado com o intuito de valorizar a arte poética de temática crioula riograndense. Leva este nome em homenagem ao saudoso poeta, cria de São Sepé.

A premiação é concedida às pessoas que somarem o maior número de pontos nos festivais do gênero. Portanto, é matemática pura. É um troféu por real merecimento àquilo que os artistas produziram no ano, sem apadrinhamentos. Não são pessoas "escolhidas" pelo Blog, mas apontadas por um conjunto de eventos em que foram premiadas.

Os festivais que serviram de base para o 1º Troféu Antônio Augusto Ferreira, ano de 2014, foram o Bivaque de Campo Bom; Querência da Poesia, de Caxias do Sul; Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, de Porto Alegre; Sesmaria, de Osório e Pealo da Poesia, de Alegrete. Todos estes encontros poéticos foram relacionados como base para o troféu, em janeiro de 2014.

Alguns festivais que vieram com força neste ano, como o Sinos do Verso Gaúcho, de São Leopoldo e a Tertúlia da Poesia, de Santa Maria, serão inclusos na nominata de  festivais para o ano de 2015 (ver relação de festivais abaixo).

Em tempo: Os troféus seriam entregues junto a Sessão Festiva de encerramento de ano da Estância da Poesia Crioula, entidade cinquentenária e representativa da poesia terrunha no Estado, neste sábado próximo passado, dia 13 de dezembro. Contudo, por problemas técnicos, os prêmios serão enviados por correio ou entregues pessoalmente aos vencedores.

FORMA DE PONTUAÇÃO

1º Lugar: 3 pontos / 2º Lugar: 2 pontos / 3º Lugar: 1 ponto

Categorias: Poeta / Declamador(a) / Amadrinhador

Ao fim, soma-se os pontos de todos os festivais previamente relacionados.

VENCEDORES DO 1º TROFÉU
ANTONIO AUGUSTO FERREIRA
(ANO 2014)

POETA
1º  LUGAR: Cristiano Ferreira (7 pontos)
12º Bivaque (3 Pontos)
7ª Querência da Poesia (1 ponto)
5ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula (3 pontos)

DECLAMADOR(A)
1º  LUGAR: Liliana Cardoso (6 pontos)
7ª Querência da Poesia (3 pontos)
Sesmaria da Poesia Gaúcha - 19ª Quadra (3 pontos)

AMADRINHADOR
1º LUGAR: Cláudio Silveira (6 pontos)
12º Bivaque (3 pontos)
XVI Pealo da Poesia Campeira (3 pontos)

FESTIVAIS QUE SOMARÃO PONTOS PARA O TROFÉU
ANTONIO AUGUSTO FERREIRA NO ANO DE 2015

TROPEADA DO POEMA GAUCHESCO – DE VACARIA
ESTEIO DA POESIA GAÚCHA – DE ESTEIO
BIVAQUE – DE CAMPO BOM
QUERÊNCIA DA POESIA GAÚCHA – DE CAXIAS
SESMARIA DA POESIA GAÚCHA – DE OSÓRIO
TERTÚLIA DA POESIA – DE SANTA MARIA
SINOS DO VERSO GAÚCHO –  DE SÃO LEOPOLDO
PEALO DA POESIA CAMPEIRA – DE ALEGRETE

* A Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, por acontecer de dois em dois anos (ano par), não será inclusa no somatório deste ano de 2015.


Fonte: blog do Léo Ribeiro

1º Esteio da Poesia Gaúcha já tem os 10 poemas que vão ao palco


Depois de muita leitura por parte da comissão avaliadora do 1º Esteio da Poesia Gaúcha e de debates entre Carlos Omar Villela Gomes, Adão Quevedo e Erico Rodrigo Padilha, foram definidos os 10 poemas classificados para o nosso festival. Parabéns aos autores que tiveram trabalho selecionados. Sucesso a todos e muito obrigado aos 100 poetas que nos prestigiaram com tantos belos temas.

Classificadas (em ordem alfabética do título do poema):
Poemas classificados para o 1º Esteio da Poesia Gaúcha


A Dor da Perda
Maximiliano Alves de Moraes
Alegrete

A Maldição do Frederico
Francisco Carneiro Neto / José Mauro Ribeiro Nardes
Entre-Ijuís

Dos Meus Silêncios
Mateus Lampert
Santana do Livramento

É Bem Assim lá no Campo
Jadir Oliveira
Portão

Em Nome do Pai
José Luiz Flores Moró
Farroupilha

O Gato
Luis Lopes de Souza
Passo Fundo

O Outro do Espelho
Guilherme Suman
Porto Alegre

Relicário
Marcelo Domingues Dávila
Santana do Livramento

Romance do Assoviador
Matheus Costa
Dom Pedrito

Três Rosas e um Cabaré
Joseti Gomes
Gravataí


Fonte: Rádio Fronteira Gaúcha

Classificadas para a 19ª Seara e 5ª Searinha da Canção


19ª Seara da Canção – Geral

Composição: Bota Pealo Bem Lindo (Lavras do Sul / Pelotas)
Letra: Gujo Teixeira
Música: Luciano Maia

Composição: Cruzando a Porteira (Santana do Livramento)
Letra: Fernando Soares
Música: Cristiano Cesarino

Composição: Cordeona... Cordeona... (Lavras do Sul / Pelotas)
Letra: Gujo Teixeira
Música: Luciano Maia Composição:

Encardido (São Luiz Gonzaga / Cruz Alta)
Letra: Gabriel Lautert Porciuncula
Música: Jorge Freitas

Composição: Despacito Bolicheando (Santana do Livramento)Letra: Marciano Reis
Música: Juliano Moreno

Composição: Searas e Primaveras (Santiago)
Letra: Nenito Sarturi
Música: Leonardo Sarturi

Composição: Bodegão de Campanha (Passo Fundo / São Paulo)
Letra: Gilberto Lamaison
Música: Gabriel Selvage

Composição: Fogo (Porto Alegre / Santa Maria)
Letra: João Stimamilio
Música: Tuny Brum

Composição: Sou Balcão (Passo Fundo / Porto Alegre)
Letra: Carlos Henrique Barbosa / Gilberto Porto Lamaison
Música: Angelo Franco

Composição: Das Ganhas e das Perdidas (Santa Maria)
Letra: Sabani Felipe de Souza
Música: Sabani Felipe de Souza

Composição: O Espelho de Madeira (Palmeira das Missões / Santa Maria)
Letra: Rômulo Chaves
Música: Luiz Carlos Ranoff

Composição: A Recolhida (Cruz Alta)
Letra: Josué Rodrigues
Música: Josué Rodrigues

Composição: As Tropas de Jangota (Alegrete)
Letra: Maximiliano Alves de Moraes
Música: Cristiano Fantinel

Composição: A vida é Uma Carreirada (Cruz Alta / Santa Bárbara do Sul)
Letra: Sabani Felipe de Souza / Vitor F. Borsei
Música: Sabani Felipe de Souza

Composição: Encilha (Santana do Livramento / Porto Alegre)
Letra: Evair Suarez Gomez
Música: Juliano Gomes

Composição: Vaneirão Gaúcho (Passo Fundo / Santa Maria)
Letra: Antônio Daniel Bush
Música: Sergio Rosa

Composição: O Peregrino (Santana do Livramento / Rosália do Sul)
Letra: Volmir Coelho e Othelo Caiaffo
Música: Nirion Machado / Volmir Coelho

Composição: Um Canto da Alma (Viamão)
Letra: Leonardo QuadrosMúsica: Leonardo Quadros

Composição: Enluarado (Santana do Livramento)
Letra: Leonardo Borges
Música: Marcelinho Nunes

Composição: De Trás do Balcão (Santana do Livramento)
Letra: Leonardo Borges / Paulo Ozório Lemes
Música: Fabrício Acanã

Suplentes

Composição: As “Arve” do Patrão (Santa Maria / Santana do Livramento)
Letra: Luciano Rosalino
Música: Volmir Coelho

Composição: Depois de Luas (Triunfo / Cruz Alta)
Letra: Dalvan Media / Mario Lucas
Música: Marcelinho Carvalho


19ª Seara da Canção – Local

Composição: Depois da Seca
Letra: Roberto Marek / Alexandre Marek
Música: Anderson Marek / André Marek

Composição: Madrugadas de Inverno
Letra: Alexandre Marek
Música: Anderson Marek / André Marek

Composição: Pontas da Alma
Letra: Matheus Cavalheiro / Bibiano Cavalheiro / Natalicio Cavalheiro
Música: Matheus Cavalheiro / Bibiano Cavalheiro / Natalicio Cavalheiro Composição: Tão Me logrando
Letra: Daniel Leff
Música: Daniel Leff Composição: Flete de Lei
Letra: Decio Fernando Neuls / Carlos RossotiMúsica: Decio Fernando Neuls / Carlos Rossoti

Composição : Furdunço
Letra: Jeferson Monteiro
Música: Jeferson Monteiro / Natalicio Cavalheiro


5ª Searinha – Piazito

Concorrente: Maria Alice Rosa Da Silva (Santana do Livramento)
Música: No fio da milonga
Autores: Érlon Péricles

Concorrente: Valentina Staggemeier (Carazinho)
Música: Na alma e na voz
Autores: Carlos Omar Villela Gomes/ Pirisca Grecco

Concorrente: Kathellyn Beatriz Garcia (Gravatai)
Música: Estrela de papel
Autores: Carlos Omar Villela Gomes/ Duca Duarte / Juca Moraes

Concorrente: Estela Marques da Silva (Caçapava do Sul)
Música: A Buscar Guarida
Autores: Marquito F. Costa / Filipi Coelho / Cristiano Fantinel


5ª Searinha – Pià

Concorrente: Patrick Sampaio de Moraes (Passo Fundo)
Música: Catedral
Autores: Lisandro Amaral / Guilherme Coll Ares

Concorrente: Lucas Fialho Cornel (São Gabriel)Música: Alguém Mateia Comigo
Autores: Zeca Alves / Glaoemir Escobar

Concorrente: Nicole Carrion (Santana do Livramento)Música: LabirintosAutores: Luís Fernando Gastaldo / Piero Ereno Concorrente: Isabelle Jung Mottini (Carazinho)Música: Eu, o baio e o temporalAutores: Tulio Urack / Pirisca Grecco


Fonte: blog Identidade Campeira

Em março terá Clube da Esquila em POA


Promoção de Natal ACIT


Médico por profissão e poeta por vocação - Entrevista Marcelo Dávila

Por Matias Moura

Marcelo Domingues Dávila, 45 anos, entre suas receitas médicas, em Santana do Livramento , vai compondo seus poemas e dando vida a arte de brincar com as palavras .

Começou a escrever seus poemas bem cedo entre 12 e 13 anos de idade , através dos incentivos de seu avô , que era um homem do campo e conhecedor lida e nas horas vagas declamava as poesias de Luiz Menezes , Jayme Caetano Braun , Lauro Rodrigues , Marco Aurélio Campos , e enquanto ouvia aquela voz campeira começou a escrever seus primeiros versos . 

Aquele guri , cresceu , embora tenha se mudado pra cidade grande em busca de formação profissional não esqueceu aquelas imagens que vinham em forma de palavras recitadas poeticamente pelo avô e logo começaram aflorar em suas letras . Marcelo Davila , conta que começou muito cedo a acompanhar os festivais nativistas ,e como já escrevia suas letras e poesias ,aos 17 anos classificou duas obras no festival Jacui da Canção da cidade de Charqueadas em 1987 e ali começou sua participação no movimento nativista do estado .Depois vieram uma Tertúlia e uma Tropeada da Canção. E com o avanço do curso superior e, após, o início da vida profissional, acabou ficando mais de 20 anos sem participar, retornando no 21º Grito do Nativismo de Jaguari, em 2010. De lá pra cá, foram quase 30 participações.

Entrevista com Marcelo Domingues Dávila

Qual a relação da arte poética e a sua profissão?

R- A relação da poesia em particular – e da literatura em geral – com a medicina é um tema que me interessa sobremaneira. Talvez escrever seja uma forma de abrandar as tantas dores que se presencia no exercício da profissão, diuturnamente. São muitos os exemplos: Luis Guilherme do Prado Veppo, Balbino Marques da Rocha, Ramiro Barcellos (autor do clássico “Antonio Chimango”), Mário Eleú, Jaime Vaz Brasil e Aureliano de Figueiredo Pinto. Na prosa, Cyro Martins (autor da “Trilogia do Gaúcho a Pé”), Dyonélio Machado, Moacyr Scliar. Poucos sabem, mas o primeiro romance publicado no Rio Grande do Sul, “A Divina Pastora”, em 1847, tinha como autor um médico, José Antônio do Vale Caldre e Fião.

Quais tuas influências na poesia?

R – São muitas e variadas. Em âmbito regional, Jayme Caetano Braun, Aureliano de Figueiredo Pinto, Lauro Rodrigues, Colmar Duarte, Lauro Antônio Correa Simões,Apparício Silva Rillo, Luiz Coronel, Mário Eleú Silva, entre outros. Aprecio muito a obra de Carlos Omar Villela Gomes, Martim Cesar Gonçalves, Silvio Genro, Jaime Vaz Brasil. De forma universal, João Cabral de Melo Neto (pra mim, o maior de todos os poetas brasileiros), Vinicius de Moraes, Aldir Blanc, Jorge Luis Borges, Mario Benedetti, Mario Quintana. São tantos que corro o risco de ser injusto, deixando vários nomes de fora.

Quais são as tuas principais premiações em festivais?

R – Tive a honra e o prazer de premiar em primeiro lugar em dois dos mais tradicionais festivais do Estado, a Coxilha de Cruz Alta (32ª edição) e a Tertúlia de Santa Maria (19ª edição), festival este onde recentemente, em sua 22ª edição, conseguimos o 3º lugar. Também premiamos em primeiro, ao lado dos parceiros, na 4ª Tropeada de Livramento, 8º Canto sem Fronteira de Bagé e 5º Levante de Capão do Leão. Afora isso, alguns prêmios de segundo lugar e premiações paralelas, como Música Mais Popular, Melhor Arranjo, Melhor Grupo Instrumental – entre outros – nos mais variados festivais.

O que falta para a poesia gaúcha e a música nativista ultrapassar as barreiras e ganhar o país ?

R – Há muito se discute esta questão. Talvez a maior dificuldade seja alcançar uma abrangência nacional em grande escala. Em festivais de música regional realizados fora do Rio Grande, como o Viola de Todos os Cantos, em SP, ou o FESP, em MG, sempre há representantes da música gaúcha. E, não raro, premiando entre os primeiros lugares. Na região Centro-Oeste, a presença da nossa música é bastante forte, certamente pela presença dos muitos gaúchos que para lá se foram. É possível que nos falte alguma experiência na questão comercial, de produção artística. Diariamente vemos surgir “fenômenos” comerciais no mercado fonográfico, com toda uma estrutura de mídia por trás, cuja qualidade musical é imensamente inferior ao que se faz por aqui, em termos poéticos e melódicos. O RS é um celeiro de talentos.

Qual foi um momento inesquecível que os festivais te proporcionaram?

R – Foram muitos. Alguns deles: em 1988, com 18 anos, tive duas músicas classificadas na 4ª Tropeada, aqui de Livramento, em parceria com Miguel Villalba. Enquanto a banda passava a música, achegou-se uma das minhas referências poéticas, o saudoso Lauro Simões, e ficou escutando uma das nossas obras; ao final, fez um comentário bastante elogioso sobre a letra e perguntou quem era seu autor. Fui apresentado a ele, que demonstrou surpresa ao constatar minha idade naquela ocasião. As premiações na Coxilha e na Tertúlia também foram inesquecíveis, pela amplitude destes festivais e pelo referendo popular ao resultado final. São momentos e histórias que ficam para sempre, que a música regional proporciona.

As principais premiações?

R –Tive a honra e o prazer de premiar em primeiro lugar em dois dos mais tradicionais festivais do Estado, a Coxilha de Cruz Alta (32ª edição) e a Tertúlia de Santa Maria (19ª edição), festival este onde recentemente, em sua 22ª edição, conseguimos o 3º lugar. Também premiamos em primeiro, ao lado dos parceiros, na 4ª Tropeada de Livramento, 8º Canto sem Fronteira de Bagé e 5º Levante de Capão do Leão. Afora isso, alguns prêmios de segundo lugar e premiações paralelas, como Música Mais Popular, Melhor Arranjo, Melhor Grupo Instrumental – entre outros – nos mais variados festivais.

Quem são teus parceiros musicais ?

R – Procuro fazer um trabalho poético diversificado, por vezes mais campeiro, por outras mais “aberto”. Isso abre o leque para várias parcerias. A própria convivência no meio dos festivais proporciona sempre novas possibilidades. Entre os santanenses, tenho composições com Juliano Moreno, Robson Garcia, Clóvis de Souza, Geovani Silveira, Volmir Coelho, Marciano Reis Filho. No Estado, Adão Quevedo, Danilo Kuhn, Tuny Brum, Aline Ribas, Caine Teixeira Garcia, Davi Covaleski, Telmo Vasconcelos, Eduardo Monteiro, RaineriSpohr, Marçal Furian, entre outros. Como intérpretes, além dos citados, tenho composições nas vozes de Robledo Martins, Jean Kirchoff, Juliano Javoski, Analise Severo, Grupo Mas Bah, Grupo Sperandires, Mauricio Oliveira, Ita Cunha, Mauricio Barcellos, Daniel Cavalheiro e outros mais.

Qual o sentimento em ver tuas poesias , musicadas e sendo reconhecidas pelos palcos do Rio Grande ?

R – Procuro sempre passar alguma mensagem nas letras que faço. Gosto de compor temas históricos e sociais. E de usar muitas referências intertextuais. Saber que o público – para quem escrevemos – entendeu esta mensagem dá a sensação de dever cumprido, de objetivo alcançado. E o reconhecimento dos colegas compositores é uma honra muita grande.


Fonte: blog BAHstidores

Plano Estadual de Cultura do RS é rejeitado pela Assembleia Legislativa

Valdeci votou a favor da aprovação do Plano Estadual de Cultura


Com 24 votos contrários e 20 favoráveis, foi rejeitado, nesta terça (16), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei 282/2013 do Poder Executivo, que previa a criação do Plano Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul. Os deputados dos partidos da base do governador eleito José Ivo Sartori garantiram a ampla maioria dos votos contrários ao projeto, que foi discutido durante três anos pelo governo do Estado e pelas entidades e órgãos do setor cultural. A proposta estabelecia um planejamento para a gestão cultural do Estado e tinha como diretriz a ampliação da participação popular nas políticas públicas culturais. “O Parlamento hoje cometeu um retrocesso na área cultural. No meu entender, se desrespeitou todo o debate feito desde 2011. Faltou sensibilidade política”, afirmou o líder do governo no Parlamento Gaúcho, deputado estadual Valdeci Oliveira (PT).

O projeto, antes de ir para plenário, havia sido aprovado pelas Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia (CECDCT).


Fonte: site do Dep. Valdeci Oliveira - PTRS

Assembleia Geral Extraordinária da CGF